sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
SMWSP | 23:07

O Social Media Week São Paulo 2011 chegou ao fim no auditório da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), em São Paulo, de forma descontraída. Primeiro com o pessoal do blog Brainstorm 9, que discutiu com a plateia – com direito a imitações de Silvio Santos – o que bombou e o que foi “fail” em termos de ações nas redes sociais. Cases famosos foram lembrados, sempre com muito bom humor.
Alegria também não faltou, especialmente para os rapazes no recinto, durante o último painel, uma entrevista conduzida de forma escrachada por Luli Radfahrer (ECA) com duas musas da web que surgiram para o mundo nas redes sociais: a ex-BBB e ex-capa da “Playboy” Tessália Serighelli (@twittess) e a blogueira Miriam Bottan (@Mbottan), que foi capa da revista “Trip” no ano passado. Além de lembrar que as moças ganharam notoriedade por seu conhecimento e habilidade na internet, Luli fez questão de abordar curiosidades a respeito dos ensaios de nudez que ambas protagonizaram.
Autor: Daniel Hassegawa
Tags: BBB, Brainstorm 9, ECA, FAAP, fail, Luli Radfahrer, Miriam Bottan, Nudez, Playboy, Silvio Santos, Tessália, Trip, Twittess
SMWSP | 20:05

“Mídia social tem a ver com amor, é sobre o que você ama fazer. Se você não ama, talvez não seja a ferramenta adequada”. Assim, via Skype, Ethan Zuckerman, ativista e co-fundador da Global Voices, comunidade mundial de blogueiros, definiu como as pessoas devem usar as redes sociais. Redes estas que tiveram um papel importante na mobilização popular pela renúncia do presidente egípcio Hosni Mubarak, ocorrida há poucas horas. Zuckerman começou sua explanação comentando o assunto e disse esperar que o executivo do Google Wael Ghonim, um dos principais ativistas contra o ex-governante e que chegou a ficar preso por 12 dias, seja ouvido nas discussões em torno da formação do novo governo do Egito.
Ele contou que na opinião de um colega ativista egípcio, muitas pessoas não teriam saído às ruas do Cairo se o governo Mubarak não tivesse bloqueado as redes sociais. Se isso não tivesse ocorrido, na visão do amigo de Zuckerman, o movimento correria o risco de ficar restrito à internet.
Zuckerman ainda fez uma rápida análise sobre a representatividade brasileira nas redes sociais com base na repercussão mundial (via Twitter) do “Cala a Boca, Galvão” e do caso Geisy Arruda. Para ele, são exemplos que mostraram ao mundo que a presença brasileira na web é maior do que todos, em especial os países de língua inglesa, achavam.
Acompanhe a transmissão ao vivo da Social Media Week São Paulo pela internet.
Autor: Daniel Hassegawa
Tags: Cala Boca Galvão, Egito, Ethan Zuckerman, Geisy Arruda, Global Voices, Hosni Mubarak, Twitter, Wael Ghonim
SMWSP | 19:09
A frase é de Fabio Seixas, do site Camiseteria, ao explicar que, na sua visão, a tendência é a aglutinação, a convergência das inúmeras redes sociais existentes atualmente. Seixas, ao lado do jovem programador João Pedro Motta (@OficialJoao/Zuugy), de Marcus Alexandre (Guidu), Viviane Rodrigues (Financial Times) e Rodrigo Junco (Lomadee), debateu como ganhar dinheiro com as mídias sociais.
Todos expuseram suas experiências pessoais e vislumbraram o futuro da internet no que diz respeito aos negócios. Junco lembrou que as redes sociais são a grande porta de entrada da classe C brasileira na web, àvida por consumo e desejada pelas empresas. Ele ainda considera que não há risco para uma nova bolha da internet, ocasionada pela rápida valorização de sites como o Facebook e o Twitter.
Acompanhe a transmissão ao vivo da Social Media Week São Paulo pela internet.
Autor: Daniel Hassegawa
Tags: bolha, Camiseteria, Facebook, Financial Times, Guidu, Lomadee, mídias sociais, negócios, Twitter, Zuugy
SMWSP | 16:40

A grande preocupação dos participantes do painel moderado por Gabriel Jacob (EBP/FischerFala) foi demonstrar que a geo-localização não está limitada ao “fenômeno” Foursquare.
Para Patrick Estrabom (It’s Digital), o aplicativo “hypou” a geo-localização, mas ainda estamos no começo da sua utilização na internet, em especial nas redes sociais.
A visão é compartilhada por João Carvalho (PontoMobi), que lembrou que o Foursquare é “uma brincadeira” e representa “apenas 1% das funcionalidades” do serviço de geo-localização.
Juliana Lima (Apontador) lembrou que o costume do “check-in” do Foursquare não é algo novo. Vem da época em que as pessoas marcavam mapas com pins, assinalando os locais já visitados.
A privacidade na web também foi discutida. Os participantes debateram os motivos pelos quais pessoas compartilham sua localização na internet. Patrick recordou o começo do Orkut, quando os internautas se perguntavam qual era a vantagem de dividir informações pessoais pela rede. “Se você não quer tornar uma informação disponível online, basta não publicar,” disse, no que foi complementado por João Carvalho: “Você pode usar um aplicativo sem compartilhar informações”.
Houve ainda a exposição de cases de empresas que souberam utilizar a geo-localização de forma inteligente, como forma de fidelizar clientes.
Acompanhe a transmissão ao vivo da Social Media Week São Paulo pela internet.
Autor: Daniel Hassegawa
Tags: Apontador, foursquare, geo-localização
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Sem categoria | 22:34
O último debate da noite foi sobre Marketing que de fato fala com o jovem, e contou com as presenças de Eduardo Fraga, Yentl Delanhesi, Tatiana Schibuola e com moderação de Keid Sammour.
Tatiana Schibuola, falou a respeito do time de adolescentes que funcionam como consultores da revista Capricho. Frequentam a redação, recebem pessoas da revista em sua casa e dividem sua vida. Assim a revista sabe o que os jovens querem.
Os jovens hoje interagem com as marcas e esperam uma contrapartida. Marcas que erram e falham não podem mais ficar caladas, precisam reconhecer seus erros e desculpar-se por eles.
Dudu Fraga, da Talk Inc., explica que as marcas que comunicam para o jovem acabam atingindo todo o público, pois todo mundo tem o desejo de ser jovem.
Autor: Ligia Helena
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SMWSP | 21:14
Martha Gabriel, Edney Souza, Gustavo Fortes, Abel Reis e Roberto Grossman falaram sobre o futuro e as tedências das mídias sociais.
Uma tendência apontada foi a observação do comportamento do usuário, mais que o desenvolvimento de ferramentas ou novas tecnologias. Martha Gabriel citou o conceito do “agorismo”: a gente pensa tanto no presente, quer as coisas para agora, que cada vez dedica menos tempo para pensar no futuro e passado.
Gustavo Fortes, da agência Espalhe, vê um futuro em que as mídias sociais estarão em toda a parte: “vai chegar um momento em que você vai abrir a latinha de refrigerante e automaticamente vai ser dado um ‘like’ na página do produto no Facebook. A tendência é crescer, extrapolar”
Num rápido debate sobre as novas gerações, os debatedores observam que apesar de hiperconectados, as crianças e adolescentes parecem menos viciadas, e mais hábeis em dividir seu tempo entre o virtual é o real, sem a ansiedade característica da geração que hoje é adulta.
Autor: Ligia Helena
Tags: Abel Reis, Edney Souza, futuro, Gustavo Fortes, Martha Gabriel, Roberto Grossman, tendências
SMWSP | 19:12
Os verdadeiros autores dos twitters @mussumalive, @hebecamargo e @nairbello contaram sobre suas inspirações, motivações e curiosidades da vida de um “fake”.
Enquanto @MussumAlive e @NairBello falaram sobre as agruras de representar uma personalidade já morta nas redes sociais, @HebeCamargo contou que muita gente acha que a conta do Twitter é real e pede favores, manda beijo etc.
As piadas e histórias inusitadas – como a da fã de Restart que ameaçou dar uma “voadora” na @HebeCamargo, depois que os integrantes da banda ganharam selinhos da apresentadora na TV, arrancaram risos da platéia, que terminou a apresentação cantando “Volare” com os fakes e a moderadora Bia Granja.
Autor: Ligia Helena
Tags: @hebecamargo, @mussumalive, @nairbello, Bia Granja, humor, twitter fake
SMWSP | 18:12
Com mediação de Pedro Dória, Gil Giardelli, da ESPM, e René de Paula, da Locaweb, protagonizaram um dos debates mais animados desta quinta-feira no Social Media Week. Enquanto Gil Giardelli defendia suas ideias um tanto otimistas sobre a internet e o uso de redes sociais, René de Paula criticava o uso dado às tecnologias no Brasil.
Pedro Dória provocou: “Pra que serve mídia social se a gente não consegue influir minimamente na política do país? O #forasarney no Twitter não adiantou nada ”
René argumenta que a culpa não é da tecnologia, e sim do uso que as pessoas dão a ela. Quem quer revolução usa para fazer revolução, quem não quer, não usa. “As pessoas passam 25% do tempo online digitando no messenger! A adoção de qualquer tecnologia depende de aspectos culturais.” E segue: “me impressiona como a gente se encanta por coisas que não tem a ver com o Brasil”. O maior tesouro que a gente tem no Brasil são os problemas que temos para resolver. E a gente pensa com cabeça de gringo!
Gil Giardelli discorda, acha que as redes sociais estão aí para acabar com a falsidade e demagogia. Acredita que o Brasil é uma potência, que tem bons cases de redes sociais e que chama a atenção do mundo com ações como o “Doe Palavras”
Enquanto Gil Giardelli vê a internet com olhos utópicos, René de Paula mostra-se um tanto cético, chamando o público para conhecer a vida fora da rede: “nem todo mundo está na internet. Seu target pode estar nas ruas”
Autor: Ligia Helena
Tags: Gil Giardelli, Pedro Dória, Rene de Paula
SMWSP | 17:10
Xico Sá, Rafinha Bastos e Mederijohn Corumbá (Galo Frito) conduziram um bate-papo sobre o humor na internet. Pra começar, a discussão foi pro lado do dinheiro: Galo Frito contou que hoje em dia ganha dinheiro suficiente para se manter e pagar colaboradores apenas com seus vídeos no YouTube. Já Rafinha diz nunca ter ganhado dinheiro pela internet, mas que sua antiga página de vídeos proporcionou que ele conseguisse bons trabalhos, que aí sim renderam dinheiro.
“As pessoas que foram ao teatro ver minha apresentação, foram porque viram um vídeo tosco meu na internet”, fala Rafinha Bastos, que acredita que as referências de humor estão mudando: já não é mais só o que passa na TV, agora a graça vem da internet. E, além disso, hoje em dia qualquer pessoa pode produzir conteúdo, e as referências podem vir de qualquer lugar.
Rafinha diz que as piadas que ele produz no Twitter raramente vão para um show. Usa o twitter: para propagar informação e vender o que quer vender. É um canal comercial para com um público, ele não usa como laboratório. Mas usa as redes sociais em seu trabalho na TV, pedindo pauta, caçando personagens etc. Contou um caso de Danilo Gentili, que precisava de laranjas para um quadro em Brasília: pediu pelo Twitter e conseguiu as laranjas em poucos minutos, que foram levadas por seguidores deles.
Galo Frito diz que seus vídeos com temática política tem a intenção de fazer as pessoas que não se interessam em política a prestar atenção no assunto. Citou o exemplo do vídeo “Dilma Pokemon”. Rafinha acredita que o humorista de política ideal ainda não nasceu, que é uma lacuna no humor brasileiro atual.
Autor: Ligia Helena
Tags: Galo Frito, humor, Rafinha Bastos, Xico Sá
Sem categoria | 16:15
Luiz Algarra e Gisele Beiguelman sugeriram uma atividade: as pessoas do auditório, que ainda não se conhecem, devem conversar em duplas para se conhecerem e chegarem a conclusão se o seu eu digital é igual ou diferente do seu eu presencial.
Após uma breve discussão, lembrou-se que não existe apenas um “eu presencial”, existem vários, cada um em um momento. Somos múltiplos e exercemos vários papéis: a mãe, a amiga, a professora, etc. Mas o “eu digital” permite ser vários ao mesmo tempo, apenas mudando de janela.
Outro ponto abordado foi a questão da privacidade: o “eu digital” pode ser trackeado, então ele não é só seu. Outras pessoas podem se apropriar. Deixamos pistas de nossa presença digital o tempo todo.
Autor: Ligia Helena
Tags: Eu digital, Gisele Beiguelman, Luiz Algarra, privacidade
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